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Quarta-feira, 07 de setembro de 2005 - 15h33m

Política Agrícola > Bovinos

Churrasco com sabor de pizza!



Por Paulo Leonel *

As denúncias de cartelização do mercado por parte dos frigoríficos e as declarações de executivos do setor, levou questões que destroem a pecuária nacional ao Congresso. Diante do pedido do deputado federal Ronaldo Caiado de abertura de CPMI para investigar uma suposta rede de manipulação de preços e recebimento de dinheiro do BNDES para subsidiar a indústria frigorífica, o Instituto Pró-Carne colocou-se ao lado dos pecuaristas, apoiou a campanha de coletas de assinaturas e acompanhou o desenrolar do processo.

No entanto, quase um mês depois das primeiras denúncias publicadas pelo Jornal Folha de São Paulo, algumas instituições ligadas ao setor não se manifestaram nem contra ou à favor dos pecuaristas, outras se colocaram ao lado dos frigoríficos. Enquanto estivemos em Brasília, conversando com parlamentares da bancada ruralista ou não, entidades ligadas ao setor frigorífico nem sequer exigiram o esclarecimento dos fatos.

No Congresso parece que alguns parlamentares dificultam o andamento da instauração da CPMI, a Imprensa já não dispensa tanta atenção ao caso e a pecuária segue indefesa e silenciosa no ofício de continuar a produzir. As assinaturas necessárias foram coletadas. 211 deputados disseram "sim" nada aconteceu ainda. Estes são políticos que devem ser lembrados como lutadores da causa. Onde estão os grandes líderes do setor para levarem a diante o primeiro grito de justiça dado com o pedido da instauração da CPMI? Exemplos como o de Ronaldo Caiado e Antenor Nogueira, presidente do Pró-Carne e do Fórum Permanente da Pecuária de Corte (CNA), devem ser seguidos, pois são homens de ação e de briga pelo setor.

A quem não interessa a investigação profunda da cartelização? Por que querem empobrecer a pecuária e deixá-la sem explicações? Por que a mídia não cobra ações? Por que as associações não exigem respostas? Por que as sociedades rurais não tomam posição e pressionam os parlamentares? O Instituto Pró-Carne continua indignado e cobra, pressiona, exige, fiscaliza, acompanha, faz a sua parte na defesa da pecuária. Nós queremos esclarecimento dos fatos para maior tranqüilidade do setor produtivo.


* Diretor de marketing do Instituto Pró-Carne


Fonte: Lettera Assessoria de Imprensa
















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