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Sexta-feira, 06 de junho de 2003 - 17h32m

Agricultura > Outros

A Casa da Extensão Rural



Caio Tibério da Rocha *

A comunidade rural gaúcha comemorou, no dia 2 de junho, uma data que, para os extensionistas, é mais do que especial. Afinal, um dia, idealizamos atuar no campo, auxiliar o homem rural a desenvolver sua atividade, a receber educação, que sonharam em repassar orientação, a contribuir para melhorar a produção e a renda dos agricultores e de suas famílias. É o aniversário de 48 anos de fundação da Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural, a nossa ASCAR, a nossa entidade, responsável por abrigar uma família gigante, que começou a se formar, se tornou numerosa, mas jamais perdeu sua identidade. Uma Instituição que se enraizou na terra, criou ramificações, se fortaleceu, vingou e a cada tarefa de um técnico, a cada projeto que beneficia uma comunidade, tem o olhar voltado exclusivamente para ajudar a melhorar a produção do campo e a vida dos agricultores gaúchos.

Tenho orgulho em trabalhar em uma Instituição que jamais abandonou o homem do campo, que sempre seguiu a concepção da extensão rural, que ajudou na formação e na capacitação de seus técnicos. Como é bom estarmos inseridos no grupo de profissionais que atuam dentro dessa organização vitoriosa, que transborda em orgulho junto à sociedade rio-grandense. Hoje, o trabalho da extensão rural no Rio Grande do Sul está representado nos 480 escritórios e nos 43 postos de classificação, onde atuam 2.399 profissionais. Atendemos 9.500 localidades gaúchas e prestamos assistência para 220 mil famílias, entre produtores, assentados, pescadores, quilombolas, indígenas. Portanto, a cada duas famílias localizadas no meio rural gaúcho, uma é atendida por esta empresa, que tem vocação para fazer extensão rural no Estado.

Um Estado onde a interiorização das políticas públicas agropecuárias é executado pela extensão rural. Somos uma das entidades rurais fiscalizadas pelos Municípios, pelo Estado e pela União. Desta forma, buscando controle público e social, capilaridade, rede, hierarquia e disciplina, isto têm nos dado o passaporte para nossa atuação a fim de obtermos legitimidade da sociedade rio-grandense.

Por determinação do governador Germano Rigotto, trabalhamos para dar assistência técnica à produção, incentivos à organização rural, à geração de emprego e renda, além de ações que promovam a inclusão social e diminuam as desigualdades regionais. O mesmo governador Rigotto determinou que a ATER seja tratada como um programa prioritário deste governo, desenvolvendo a assistência técnica e a extensão rural, com os serviços executados pela Emater/RS. A meta única é promover o desenvolvimento rural sustentável, sem exclusões.

* Presidente da Emater/RS e superintendente geral da ASCAR


Fonte: Emater/RS
















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