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Quarta-feira, 03 de setembro de 2003 - 09h29m

Agricultura > Horticultura e Olerícolas

Horticeres apresenta Juliana, primeira cenoura híbrida nacional de verão



Por Antonio Carlos Pierro *

O plantio de cenoura de verão está começando nas principais regiões produtoras de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. Neste plantio, os produtores poderão optar pelo semeio das primeiras sementes híbridas desenvolvidas nacionalmente, com o lançamento da cenoura híbrida Juliana, da Horticeres, cuja marca detém a liderança de cenouras de verão com a variedade Carandaí, de polinização aberta.

As sementes híbridas trarão para o produtor a grande vantagem da uniformidade de tamanho e formato de raízes, decorrente da seleção feita pela pesquisa, na Estação Experimental de Carandaí, MG. Outra grande vantagem da cenoura híbrida Juliana é a maior tolerância ao florescimento em relação às demais cultivares de verão disponíveis, permitindo ampliar o período de plantio em até noventa dias, dependendo da região de cultivo - Tradicionalmente, as cenouras de verão podem ser plantadas de outubro a março. Com a nova cenoura da Horticeres, o produtor poderá iniciar o plantio em agosto e estendê-lo até novembro.

As raízes da cenoura híbrida Juliana têm formato mais cilíndrico, com pontas arredondadas, comprimento variável entre 18-22 cm e diâmetro entre 3 e 3,5 cm, com menor incidência de ombro verde. A cor das raízes é alaranjada intensa, com coração (miolo) pequeno. O produtor Edivar Turquete, de Carandaí, MG, participa dos testes de desenvolvimento da cenoura há três anos. Em sua opinião, a Juliana tem o formato e o interior das raízes melhores. “O interior é mais vermelho, o miolo é mais fino e também mais vermelho, deixando a cenoura mais bonita. Quanto à qualidade das raízes, a proporção de cenoura do tipo 2A é maior”. De acordo com Antonio Carlos Pierro, gerente de Desenvolvimento, “nas mesmas condições de plantio que outras cultivares, a produção da cenoura híbrida Juliana é de 20 a 30% a maior, com índice de 85% de raízes do tipo 2A”.

Com ciclo de produção de 90 a 95 dias, a Juliana possui plantas vigorosas, com bom enfolhamento, o que facilita a colheita manual, e agrega valor ao produto que segue para maçaria. Pierro destaca, também, o vigor de germinação das sementes, “com grande poder de arranque nos primeiros 30 dias, a diferença dela em comparação às outras é muito visível no primeiro desbaste (raleio). Pierro salienta que “o vigor inicial determina um maior número de plantas por hectares, aumentando a produtividade”.

* Gerente de Desenvolvimento - (19) 3705-9300

Imprensa: Marlene Simarelli, telefone (19)3237-2099 – artcom@mpc.com.br


Fonte: Marlene Simarelli
















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