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Quinta-feira, 10 de junho de 2010 - 08h43m

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BA: Dia de Campo do Algodão 2010 exalta o cerrado baiano



Imagens

Foto: Divulgação



Luís Eduardo Magalhães/BA

Céu azul e poucas chances de chuva neste período trazem de volta a excepcional qualidade do algodão da Bahia, reconhecida como a melhor do Brasil, mas que ficou comprometida na última safra (2008/09) pelas chuvas extemporâneas na colheita.

Este cenário anima os organizadores do 12º Dia de Campo do Algodão, que a Fundação Bahia, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e empresas parceiras da iniciativa privada promovem amanhã (11) e sábado, no Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO), em Luís Eduardo Magalhães/BA.

Com o Dia de Campo do Algodão, a Fundação Bahia completa seu ciclo de grandes mostras de tecnologia para o produtor, que inclui também a Passarela da Soja e o Encontro Técnico do Milho. Mais de mil pessoas estão sendo aguardadas no CPTO para conferir as tecnologias que em breve deixam os laboratórios para ganhar as lavouras nos quase 300 mil hectares de área plantada do cerrado baiano.

“A cada nova safra, o produtor precisa tomar decisões. Para isto, este é o melhor momento, e o Dia de Campo é o melhor lugar. As principais empresas ligadas a este agronegócio estarão presentes no evento e o desempenho dos materiais poderá ser comparado, facilitando a escolha”, explica o presidente da Fundação Bahia, Amauri Stracci.

Este ano, duas novas variedades convencionais prometem chamar a atenção de quem for ao evento. Tratam-se de materiais que deverão estar disponíveis em escala comercial para a safra 2011/12 e trazem como diferencial o fato de possuírem fibra média e excelente produtividade. Seu tamanho varia entre 32.5 a 33 milímetros, contra a variedade preponderante no mercado, que tem de 30 a 31 milímetros. “Esses materiais estão em observação e ainda não foram registrados, mas as nossas expectativas são as melhores possíveis”, diz o técnico da Fundação Bahia, Murilo Barros Pedrosa. Ele explica que a fibra mais longa permite a confecção de tecidos de melhor qualidade, remunerando o produtor em cerca de 10% a mais, em média.

Canteiros no ponto

Com área total de 10 mil metros quadrados, divididos em quatro estações, as lavouras já estão no ponto para receber os visitantes. Dentre os temas que serão tratados, estão a transgenia, com um panorama das lavouras geneticamente modificadas, desde a introdução da tecnologia no Brasil, além da defesa fitossanitária, com foco no nematóide, problema que vem crescendo na região em decorrência de manejo inadequado e de contaminação causada pelo tráfego de máquinas.

A técnica do plantio adensado de algodão tem gerado muita curiosidade e já tem vários adeptos na região, ocupando em torno de cinco mil hectares no cerrado da Bahia. Por sua relevância e interesse, também foi escolhida como tema no dia de campo.

Palestra

Já é tradição abrir a programação do Dia de Campo do Algodão com uma palestra para os produtores na véspera da etapa em campo. Este ano, ela será sobre mercado, e será proferida pelos representantes de algumas das mais importantes tradings do setor, a Esteve, que completa este ano 75 anos de Brasil e 10 no Oeste da Bahia, a Dreyfus e a Glencore.

PROGRAMAÇÃO


Dia 11/06 (sexta-feira)

Tema: Palestra sobre o Mercado do Algodão
Horário: 19h30
Local: Hotel Saint Louis – Luís Eduardo Magalhães
Palestrantes: Antonio Esteve(Esteve Irmãos S.A/Interagrícola)
Marcelo Escorel(Louis Dreyfus Commodities Brasil S/A)
Rogério Mônaco(Glencore Import.Export.S/A)

Dia 12/06 ( sábado)
Local : CPTO _ Fundação Bahia
Horários : às 7h:30

1ª Estação
- Institucional – Boas vindas
Amauri Stracci – Presidente da Fundação Bahia
João Carlos Jacobsen – Presidente da Abapa

2ª Estação

Linhagens finais de algodão e lançamento de novas cultivares.
Murilo Barros Pedrosa – Fundação Bahia
Nelson Dias Suassuna – Embrapa Algodão

3ª Estação

Situação atual das lavouras transgênicas de algodão e perspectivas futuras.
Eleusio Curvelo Freire – Cotton Consultoria
Maurício Leite Lopes- Gerente de Projetos da Abapa

4ª Estação

Sistema de cultivo adensado do algodoeiro no cerrado.
Alexandre Cunha B. Ferreira – Embrapa Algodão
Valdinei Sofiatti – Embrapa Algodão

5ª Estação
Importância do controle de fitonematóides em algodoeiro no cerrado da Bahia.
Luís Gonzaga Chitarra – Embrapa Algodão
Celito Missio- Representante da Abapa na comissão do PNC


Fonte: Fundação Bahia














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