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Quinta-feira, 17 de junho de 2010 - 18h16m

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MG: simpósio de mecanização da lavoura cafeeira abre Expocafé



Três Pontas/MG

O evento, coordenado pelo professor Fábio Moreira, da Universidade Federal de Lavras (Ufla), foi avaliado pelos participantes como “extremamente positivo”. Ao final, todos apresentaram sugestões sobre a escolha do tema da feira em 2011. O resultado e a definição serão divulgados ao final da Expocafé.

O Simpósio é uma das novidades desta edição da Expocafé e atende a uma demanda crescente do setor, cada vez mais próximo e interessado na mecanização, com o intuito de aumentar a produção e reduzir custos. “A cafeicultura só se manteve e desenvolveu graças à mecanização e é o envolvimento dos cafeicultores que vai garantir a continuidade desse processo”, observou o pró-reitor de Extensão e Cultura da Ufla, Magno Antônio Patto Ramalho, elogiando a presença de tantas pessoas do setor no simpósio.

O presidente da Epamig, Baldonedo Arthur Napoleão, destacou a responsabilidade da Empresa, que assume pela primeira vez a gestão da Expocafé, ressaltando que, por ser empresa de pesquisa, a Epamig faz questão de ampliar o espaço de difusão de tecnologias. “Nosso objetivo é transmitir conhecimentos e promover o debate sobre esse gigante que é o café do Brasil”, finalizou.

Abrindo a série de palestras, o consultor José Eustáquio Soier chamou a atenção para a possibilidade de desenvolvimento da cafeicultura com o emprego de menos esforços e menos investimentos, com uso da mecanização. “O primeiro passo é a escolha de uma progênise compatível com as condições climáticas, altitude, tecnologia disponível e aplicável, definir o espaçamento compatível ao porte do material e a tecnologia de manejo até a colheita adequados para a situação desejada”, enfatizou.

Na mesma linha, a Epamig apresentou o andamento das pesquisas que realiza na área de melhoramento, em busca de cultivares de café mais adaptadas à colheita mecanizada. “Nosso objetivo é aumentar o potencial produtivo e reduzir custos e riscos”, informou o pesquisador Gladyston Carvalho, que reiterou que a mecanização é uma realidade e uma das grandes ferramentas do produtor rural na redução de custos e, no caso da cultura do café e, principalmente na operação de colheita, que reúne fatores que implicam diretamente na qualidade do produto final e a redução de perdas, aumentando, dessa forma, os lucros do cafeicultor.

Ainda participaram do Simpósio os consultores Hélio Casale, Ezequiel de Oliveira, Alencar Pedroso, Gabriel Ferraz, Eric Miranda de Abreu, Juliano Araújo, José Carlos Grossi e Roberto Felicori, para quem a realização do simpósio consolidou a Expocafé como importante evento de difusão tecnológica com o tema que é hoje a maior demanda do setor: a mecanização.

A 13ª Expocafé, que é aberta ao público, é realizada na Fazenda Experimental da Epamig, rodovia MG 167, em Três Pontas, Sul de Minas Gerais.  O evento vai até amanhã (18).


Fonte: Expocafé














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