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Segunda-feira, 28 de junho de 2010 - 15h15m

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AL: Embrapa Tabuleiros Costeiros se mobiliza para ajudar vítimas das enchentes



Maceió/AL

A Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) está se mobilizando para dar apoio às vítimas das enchentes em Alagoas. A Unidade mantém uma UEP (Unidade de Execução de Pesquisas) na cidade de Rio Largo, na região metropolitana de Maceió, que foi fortemente atingida pelas fortes chuvas desde 19 de junho.

Os funcionários da Embrapa Tabuleiros Costeiros organizaram uma campanha para arrecadação de donativos às vítimas. Os cidadãos solidários podem doar remédios, roupas, colchões, lençóis, água mineral, utensílios domésticos e alimentos não perecíveis na sede da Unidade, que fica na avenida Beira Mar, 3250, bairro Jardins, na Capital Sergipana.

A campanha começa na quarta-feira, 30 de junho, e segue durante todo o mês de julho. Periodicamente, o caminhão da Unidade partirá para Alagoas para fazer a entrega dos donativos às autoridades estaduais responsáveis pela distribuição.

Calamidade
Devido às chuvas torrenciais, as águas do rio Mundaú, que banham Rio Largo, subiram mais de 2,5 metros acima do nível normal, inundando a região central, que é a área mais populosa do município. Segundo informações da Folha de São Paulo, cerca de 11 mil moradores ficaram desabrigados (sem casa e dependendo de abrigos) e desalojados (acomodados nas casas de amigos e parentes).

Em Alagoas, a catástrofe provocou a morte de oito pessoas e deixou 41 desaparecidos. De acordo com a Defesa Civil, mais de 180 mil pessoas foram atingidas pelas chuvas, e quase 70 mil foram obrigadas a deixar suas casas. Há quase 48 mil desalojados e 22 mil desabrigados.

Vinte e oito cidades foram fortemente atingidas pelas enxurradas, e 15 decretaram estado de calamidade pública. Números oficiais dão conta de que 34 pessoas morreram no Estado. As mortes chegam a 51 quando somadas a Pernambuco, que teve . 76 pessoas permanecem desaparecidas (estão fora de casa e não foram localizadas).

Em Pernambuco, segundo dados levantados pelo Diário de Pernambuco junto à Defesa Civil, 67 cidades foram afetadas pelas chuvas. Trinta estão em situação de emergência e nove decretaram estado de calamidade pública.

Mobilização

Além da Embrapa Tabuleiros Costeiros, em Aracaju, diversas instituições estão mobilizadas para arrecadar donativos para as vítimas das enchentes, bem como doações em dinheiro.

Parceiros tradicionais da Embrapa em Sergipe, como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), o Sindicato dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf) e a Associação dos Empregados da Embrapa em Sergipe (AEE-SE), estão engajados na campanha. A Rede Coep, da qual a Embrapa é parceira, também soma esforços na iniciativa solidária.

Como ajudar
Para receber doações em dinheiro para as vítimas de Rio Largo, AL, a AEE-SE disponibilizou conta no Banco do Brasil (Agência 3546-7 / Conta No. 8191-4). O Sinpaf informou que doará, inicialmente, 20 cestas básicas.

Em Alagoas, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil Estadual disponibilizaram duas contas bancárias para o recebimento de depósitos às vítimas das chuvas e vários locais para o envio de materiais:

- Banco do Brasil – Conta Corrente 5241-8 – Agência 3557-2
- Caixa Econômica Federal – Conta Corrente 955-6 – Agência 2735 – Operação 006

Para ajudar as vítimas de Pernambuco, é possível fazer doações em dinheiro pelas seguintes contas:

- Ação da Cidadania – Banco do Brasil – Agência 3234-4 e conta 5633-2
- Casa Militar de Pernambuco - Conta SOS Pernambuco – Caixa Econômica Federal – Agência: 1294 – Conta corrente 2010-0 – Operação 006
- Conta específica do Banco do Brasil em PE – Agência 1836-8 e conta corrente 100000-4
- ONG Tribunal Solidário, dos servidores do Tribunal Contas do Estado – Banco Real – Agência 1016 e conta corrente 6.023.0762

Pesquisas não foram afetadas
De acordo com os pesquisadores Antônio Santiago, coordenador da UEP em Rio Largo, e Paulo Albuquerque, que atua em pesquisas com cana-de-açúcar, os experimentos da Unidade não foram afetados, pois se encontram em sua maioria fora das áreas ribeirinhas que foram atingidas.

“Muitos dos experimentos se encontram em regiões mais elevadas dos tabuleiros costeiros, bem como locais mais ao sul em direção ao rio São Francisco e fora da bacia atingida, além do semi-árido, que não sofreu com chuvas fortes”, explicou Albuquerque.

A sede da UEP, que fica dentro do Campus de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), teve, no entanto, problemas nos sistemas de comunicações que atrapalham as suas rotinas. “Desde a semana passada estamos com problemas na conexão à Internet e as linhas telefônicas estão instáveis. Isso está ocorrendo porque o sistema de cabos passa por Rio Largo e foi afetado pelas enchentes”, explicou Santiago.


Fonte: Embrapa Tabuleiros Costeiros














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