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Terça-feira, 29 de junho de 2010 - 10h03m

Agroenergia > Biocombustíveis

TO: pesquisa de macaúba para bicombustível mostra bom crescimento vegetativo das plantas



Imagens

Macaúba

Foto: Divulgação / Seagro



Palmas/TO

A Unidade de Pesquisa da Macaúba para produção de bicombustível,
implantada no início de 2009, mostrou na segunda avaliação, resultado surpreendente no crescimento das plantas. A pesquisa é uma parceria da Seagro - Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Embrapa – Empresa de Pesquisa Agropecuária. A avaliação está sendo desenvolvida no Centro Agrotecnológico de Palmas.

O estudo tem como meta avaliar o comportamento vegetativo e produtivo das plantas no estado do Tocantins. Neste experimento está sendo avaliados cinco acessos, cada um oriundo de uma localidade: Montes Claros (MG), Uruana (GO), Buritizal (MG), Brásio (DF) e Marabá (PA).

Na segunda avaliação ficou demonstrado que o crescimento das plantas foi muito significativo. Pois em novembro de 2009 as plantas tinham, em média, 77 cm de altura. Nesta avaliação a altura média já era de 167 cm de altura, confirmando um aumento de 116% na altura das plantas.

Segundo o coordenador de Agroenergia, Luiz Vieira, essa cultura é mais uma possibilidade para obtenção de energia renovável. “É uma
alternativa que pode dar certo e com isso, criar oportunidade para
gerar emprego e renda para os tocantinenses”, argumentou. Vieira disse ainda que a lavoura de macaúba deva ser cultivada em consórcio no início com culturas anuais e, posteriormente com pastagens.

Outras alternativas

Assim como a macaúba, outras fontes de matérias-primas podem ser
utilizadas para a produção de bicombustível como: a soja, o algodão, girassol, amendoim, gergelim, palma (também conhecida como dendê), babaçu e pinhão manso são algumas das oleaginosas mais conhecidas em todo o País, com alto poder de gerar energia. O Tocantins possui as condições favoráveis para investimentos nestas culturas. O clima, solo e a logística do Estado são as principais vantagens para o avanço da produção do bicombustível.


Fonte: Seagro/TO














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