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Quinta-feira, 01 de julho de 2010 - 14h45m

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PR: Iapar, 38 anos de pesquisa para a agropecuária paranaense



Londrina/PR

Os 38 anos do IAPAR, comemorados no dia 29 de junho, são marcados por investimentos na infraestrutura de pesquisa e com o lançamento recente de novas cultivares que contribuem para que Paraná apareça em destaque na produção de grãos. O instituto desenvolve trabalhos em 15 programas de pesquisa: agroecologia, algodão, café, cereais de inverno, culturas diversas, feijão, forrageiras, fruticultura, manejo de solo e água, milho, produção animal, propagação vegetal, recursos florestais, agroenergia e sistemas de produção, que totalizam mais de 280 projetos.

De acordo com o diretor-presidente do IAPAR, José Augusto Teixeira de Freitas Picheth, ao longo desses anos, o instituto desenvolveu mais de 140 cultivares e tem atuado na busca de avanços tecnológicos e na disponibilização de alternativas para a produção agropecuária paranaense, visando o desenvolvimento social, econômico e ambientalmente sustentável. “Produzir variedades mais produtivas, com maior qualidade nutricional e maior tolerância às pragas e às adversidades climáticas, respeitando a questão ambiental, tem sido nosso maior desafio no instituto”, afirma Picheth.

Pesquisas em curso indicam a possibilidade de enriquecer alimentos com maior teor de minerais, principalmente ferro e zinco, proteínas, betacaroteno e fibras, melhorando assim a qualidade nutricional de alimentos básicos utilizados pela população, combatendo deficiências alimentares. A biofortificação de alimentos, como é chamada essa linha de trabalho, iniciou com a cultura do feijão, também estão sendo expandidas para o arroz, mandioca, milho e trigo.

No caso das variedades de feijão o instituto, conseguiu, além de ótimas características culinárias e nutritivas, e adaptadas condições de alta temperatura e resistentes às principais doenças. A nova cultivar do feijão IPR Tuiuiú, do grupo preto, por exemplo, acaba de obter o registro nacional do Ministério da Agricultura, e já pode ser comercializada.

Uma nova cultivar de café, o IPR 107, foi apresentada recentemente durante o Programa de Interiorização do Governo em Londrina. A cultivar é o resultado do cruzamento entre as cultivares IAPAR 59 e Mundo Novo (IAC 376-4). Trata-se de uma planta vigorosa, com frutos de melhor qualidade e resistente à ferrugem.

O instituto tem atuação em todas as regiões do Estado, contando atualmente com 19 Estações Experimentais, 20 laboratórios de apoio à pesquisa, uma rede com 22 Estações Agrometeorológicas, quatro unidades de beneficiamento de sementes, uma unidade de beneficiamento de café e duas áreas de pesquisa em implantação.

De 2003 para cá, o instituto tem desenvolvido ações no sentido de recompor seu orçamento. No período, o total aplicado passou de pouco mais de R$ 25 milhões para perto de R$ 87 milhões anual, com um incremento de quase 250%, permitindo grande dinamismo no trabalho e a retomada de investimentos para recuperação e ampliação da infraestrutura de pesquisa.


Fonte: Iapar














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