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As preocupações com a greve nacional na Nigéria, que pode interromper os embarques de cacau do país, quarto maior produtor mundial, elevaram os preços da commodity na bolsa de Nova York.
Os contratos futuros com entrega em maio fecharam o pregão a US$ 1.557 por tonelada, ganho de US$ 115, contribuindo para a maior alta acumulada em dois dias em quase onze anos.
"A greve na Nigéria vai reduzir a oferta de cacau", afirmou à Bloomberg Carsten Fristch, da Commerzbank AG.
Segundo ele, as condições climáticas menos favoráveis na Costa do Marfim, maior produtor mundial, podem reduzir a produção.
Em Ilhéus e Itabuna (BA), o preço médio da amêndoa avançou 6,4%, para R$ 68,66 a arroba, conforme a Central Nacional de Produtores de Cacau.
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