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Quinta-feira, 07 de dezembro de 2017 - 18h24m

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SC: em Caçador, laboratório de análise de tecido vegetal da Epagri mantém selo de qualidade



Imagens

Foto: Aires Mariga / Epagri



Caçador/SC

O laboratório de análise de tecido vegetal da Estação Experimental da Epagri em Caçador manteve o selo de qualidade do trabalho que realiza. O selo faz parte do Programa Interlaboratorial de Análise de Tecido Vegetal, coordenado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).

O selo garante que as análises realizadas pela unidade são confiáveis e podem ser usadas como parâmetro para definir manejos na agricultura catarinense, esclarece Bianca Schveitzer, química da Epagri e responsável pelo laboratório. Ela explica que a análise foliar é um método mundialmente reconhecido e recomendado para verificar o estado nutricional da planta. A análise permite verificar se o adubo aplicado supriu as necessidades da planta e se existe excesso de algum nutriente. Com base nessa avaliação o agricultor poderá ajustar seu programa de adubação para atingir maior produtividade sem agredir o meio ambiente.

Esse é o único laboratório de Santa Catarina a prestar esse tipo de serviço. A cada ano são analisadas mais de mil amostras para agricultores e cerca de quatro mil sob encomenda de pesquisadores, revela Bianca. Para dar conta do trabalho a unidade conta com uma equipe de quatro profissionais, que inclui a química, técnicos e auxiliares.

O Programa Interlaboratorial de Análise de Tecido Vegetal consiste na coleta, preparo e envio anual de amostras prontas para serem analisadas pelos laboratórios participantes. No total, são encaminhadas todo ano 16 amostras de tecido vegetal para cada laboratório, não identificadas pelo nome do material, mas sim por uma numeração, a fim de aumentar a segurança e confiabilidade dos resultados.

O resultado das análises realizadas pelos laboratórios é avaliado segundo um procedimento estatístico elaborado especialmente para o Programa. Parâmetros como porcentagem de acertos e frequência de envio de resultados são utilizados para a avaliação final. A partir daí uma nota é dada, que varia de A a D, de acordo com a faixa de porcentagem de acerto do laboratório. Apenas os laboratórios que obtém conceito A ou B têm direito a um certificado de aprovação e ao uso dos selos de qualidade no ano seguinte às avaliações dos resultados.


Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de SC














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