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Quinta-feira, 07 de dezembro de 2017 - 14h54m

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SP: Embrapa realiza fórum para discutir transferência de tecnologia em SP



Jaguariúna/SP

A Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP), realizou ontem (06), o Fórum de Transferência de Tecnologia - Licenciamento de tecnologias, que buscou compartilhar experiências e discussões sobre diferentes ações de transferência de tecnologias, visando a melhoria de processos nas Unidades da Embrapa.

Participaram do evento 40 pessoas, entre profissionais de transferência de tecnologia de 10 Unidades da Empresa de diversas regiões do País e representantes da iniciativa privada, como Syngenta, Brasil GAP e SpecLab.

O tema foi sugerido pelos participantes do Fórum de Transferência de Tecnologia anterior, ocorrido em dezembro de 2016, que demandaram a necessidade de se discutir licenciamento das tecnologias de uma forma mais abrangente.

Com isso, foram amplamente debatidos os aspectos legais e contratuais da transferência de tecnologia, tanto do ponto de vista das Embrapa como das empresas privadas. Também houve espaço para a discussão de cases de Transferência de Tecnologia da Embrapa, licenciadas, para completar o ciclo de acesso ao mercado das tecnologias finalizadas.

Conforme ressaltou a pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, Isabel Penteado e uma das organizadoras do evento, “o fórum foi um espaço especial para a troca de experiências e aprendizado. Em geral o público tem gostado muito e acreditamos que de fato alcançamos o objetivo maior, que é melhorar o processo de transferência de tecnologias na Empresa. Um fórum muito representativo, portanto, “ disse.

Para o chefe adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza, CE), Marlos Bezerra o evento foi uma oportunidade de contato com experiências bem-sucedidas nas Unidades da Embrapa e propiciou aos participantes o conhecimento e a interação com os atores dos casos de sucesso, além de possibilitar conhecer a visão das empresas privadas sobre os processos de parceria e licenciamento de tecnologias da Embrapa.

“Somos uma empresa de base tecnológica e nossa missão é desenvolver soluções e, nesse momento de maior demanda, é evidente a necessidade de sermos cada vez mais ágeis na proposição de respostas, capazes de gerar impacto econômico e social. Nesse sentido, o evento nos propiciou, juntamente com as empresas da iniciativa privada, a oportunidade de conhecermos os caminhos mais curtos entre a finalização da pesquisa e o mercado, “ afirmou ele.

Já o diretor jurídico da Syngenta, Felipe Teixeira explicou que para os processos de cooperação e parceria, ou mesmo para se transferir tecnologias é necessário a união de dois polos, o agente que transfere e o agente receptor. Segundo ele, para o sucesso dessas iniciativas é vital haver diálogo efetivo e nesse sentido, “o fórum se apresentou como uma oportunidade onde os atores do setor público e do setor privado puderam conhecer os processos do outro. Essa aproximação termina por criar novas oportunidades de parceria, ” disse Teixeira.

Ainda segundo ele, vivemos em uma economia global onde o consumidor, sobretudo no mercado agrícola, amplia cada vez a sua demanda.

“Experimentamos um aumento contínuo por alimentos e com uma qualidade cada vez mais diferenciada. Pela ótica econômica da geração de tecnologia, as oportunidades serão cada vez mais maiores e os desafios também, pois tudo isso termina na necessidade de produzir mais, com maior eficiência e com menores custos. Para fazer frente a esses desafios, as empresas necessitam de maior agilidade, rever e simplificar processos e serem mais flexíveis para que tenhamos um ambiente de inovação que gere oportunidades nesse momento de maior demanda. Nesse escopo, as cooperações e as parcerias que culminem na transferência de tecnologias são ferramentas que ganham cada vez mais importância ” finalizou.

Transferência de tecnologia, globalização e demanda
A tecnologia é um coeficiente vital de competitividade no universo empresarial e, desse modo, o vínculo entre empresas e instituições de pesquisa experimenta um período onde essas relações estão se ampliando. Pesquisas custam caro e consomem um tempo precioso. Após finalizada a pesquisa, surgem as tarefas de acesso ao mercado. A cooperação e parcerias são ferramentas importantes para o licenciamento dessas tecnologias geradas.

As questões mercadológicas, impactadas pela competição nos processos de globalização, o ciclo de vida dos produtos, impulsionado na conversão tecnológica, condicionam as empresas a buscarem um sistema colaborativo. Um ambiente de convergência de propósitos e de inovação, tecnologia e economia partilhada, onde ninguém faz mais nada sozinho.


Fonte: Embrapa Meio Ambiente














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